21 de outubro de 2015

Os Contos de Beedle, O Bardo: Parte 2


Como vocês viram no título, essa é a parte 2 da série de posts sobre o livro Os Contos de Beedle, O Bardo, de J.K. Rowling. A parte 1 vocês podem conferir aqui. Lá eu explico mais sobre o livro em si e sobre como vai funcionar essa série, além de fazer a resenha do primeiro conto!

Então vamos ao que interessa...


O segundo conto, "A Fonte da Sorte", traz ao nosso conhecimento uma fonte famosa tanto no mundo bruxo, quando no mundo trouxa. Localizada "no alto de um morro, em um jardim encantado envolto por muros altos e protegido por poderosa magia"

Para ter acesso a ela, bruxos e trouxas de todos os cantos se aglomeravam em frente seus muros na noite que antecedia o dia mais longo do ano, quando quem tivesse a oportunidade de entrar no jardim, teria até o pôr do sol para se banhar nas águas da fonte e ter sorte para o resto da vida. Ao surgir o primeiro raio de sol no céu, o muro abria uma pequena fresta em si mesmo e plantas do interior do jardim se projetavam para fora com o objetivo de escolher o sortudo que teria acesso a fonte.


Certa vez se encontrava nas proximidades do muro três bruxas, que durante a sua espera decidiram compartilhar seus sofrimentos umas com as outras.

A primeira era Asha, que tinha uma doença incurável e esperava que a fonte lhe desse o alívio dos sintomas e uma vida longa e feliz.

A segunda era Altheda, que havia sido roubada por um bruxo que levou sua varinha, seu ouro e sua casa. Altheda queria que a fonte lhe aliviasse da pobreza e fraqueza.

A última bruxa era Amata, que foi abandonada pelo homem que ela amava e tinha convicção de que seu coração jamais seria o mesmo novamente. Ela desejava que a fonte cessasse sua dor e sua saudade.

As três ao ouvirem todas as histórias, decidiram que se alguma delas tivessem a sorte de serem escolhidas, levariam as outras junto.

E o que aconteceu? Asha foi escolhida, ela então agarrou o punho de Altheda, que segurou com força as vestes de Amata, que no susto se prendeu à armadura de um cavaleiro trouxa que ali estava. E então os quatro foram puxados para dentro do jardim e começaram sua caminhada.

Nada pode ser tão simples quanto parece. O jardim preparou vários obstáculos para aqueles que desejavam se banhar na fonte, atrasando a caminhada deles...


Nesse conto os comentários do professor Dumbledore não trazem tanta informação extra do mundo bruxo, apenas um fato engraçado de quando ele era jovem e vale muito a pena ler.

Espero que tenham gostado, daqui quinze dias tem mais sobre esse livro, até lá a gente vai falando de outros assuntos!! Qualquer sugestão a respeito dessa série de posts, é só deixar nos comentários!
Obrigada pela visita e volte Sempre às Quatro!


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